terça-feira, 3 de maio de 2011

"Gente Nossa Planeta Ta Quase Sem agua Precisamos Ajuda-lo Economizado"







O nome do nosso planeta é Terra, mas sabemos que a maior parte dele é constituída de água. Os oceanos compõem aproximadamente 70% da superfície terrestre, sendo que desse total apenas 2,5% é de água doce. Essa pequena porcentagem é o que mantém a população mundial desfrutando de maravilhas como, tomar banho, escovar os dentes, lavar a casa e até mesmo para consumo próprio. Mas será que 2,5% não é pouco para tanta gente usar? Realmente, é muito pouco. Infelizmente as pessoas fazem valer aquela velha frase que diz “agente só dá valor as coisas quando a perdemos”.
Já foi provado cientificamente que num futuro próximo ocorrerão guerras por causa da falta de água para consumo e mesmo assim nós, seres racionais, continuamos a desperdiçar água indevidamente. Aprendemos desde os primeiros anos na escola que nosso corpo é formado em sua grande parte de água, é que sem ela nossa existência estará ameaçada, mas mesmo assim identificamos a escassez de água de forma banal.
Quem já ouviu falar no Aqüífero Guarani? Com certeza poucas pessoas. O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea do mundo estende-se pelo Paraguai, Uruguai, Argentina e 71% no Brasil. Isso nos faz perceber que se não economizarmos nossa água de maneira correta, iremos trazer as guerras pra bem perto de nós. Os EUA já montaram base no aqüífero prevendo exatamente a luta por água potável que estar por vir.
É extremamente importante que as pessoas se conscientizem de verdade sobre a economia de água lutando contra a poluição, não apenas participem de palestras e movimentos porque acham legal ou interessante.
Temos que pensar nos nossos filhos, netos, bisnetos ou qualquer outra pessoa que amamos, porque se não eles pagarão um preço bem caro por uma irresponsabilidade cometida por nós, por isso vamos dara importância devida à água.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é bullying?

Bullying é uma situação caracterizada por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo “ameaçar, intimidar”.
 Grande parte das pessoas confunde ou tende a interpretar o bullying simplesmente como a prática de atribuir apelidos pejorativos às pessoas, associando a prática exclusivamente com o contexto escolar. No entanto, tal conceito é mais amplo. O bullying é algo agressivo e negativo, executado repetidamente e ocorre quando há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. Desta forma, este comportamento pode ocorrer em vários ambientes, além da escola: em universidades, no trabalho ou até mesmo entre vizinhos.

Basicamente, a prática do bullying se concentra na combinação entre a intimidação e a humilhação das pessoas, geralmente mais acomodadas, passivas ou que não possuem condições de exercer o poder sobre alguém ou sobre um grupo. Em outras palavras, é uma forma de abuso psicológico, físico e social.
No ambiente de trabalho, a intimidação regular e persistente que atinge a integridade e a confiança da vítima é caracterizada como bullying. Entre vizinhos, tal prática é identificada quando alguns moradores possuem atitudes propositais e sistemáticas com o fim de atrapalhar e incomodar os outros.
Falando especificamente do ambiente escolar, grande parte das agressões é psicológica, ocasionada principalmente pelo uso negativo de apelidos e expressões pejorativas criados para humilhar os colegas. O papel da escola é informar aos professores e alunos o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática – “prevenir é o melhor remédio”. A atuação dos professores também é fundamental. Há uma série de atividades que podem ser feitas em sala de aula para falar desse problema com os alunos. Pode ser tema de redação, de pesquisa, teatro etc. É só usar a criatividade para tratar do assunto.
Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. Em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais. Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e aluno - e a família.